ENTRETENIMENTO

Filme de horror com Sandy e Antônio Fagundes segura tensão do começo ao fim



Em "Quando Eu Era Vivo", de Marco Dutra, Júnior (Marat Descartes) procura abrigo na casa do pai (Antonio Fagundes) após um divórcio traumático. No lugar do pai que esperava, entretanto, encontra um homem estranho, rejuvenescido à base de exercícios físicos e bronzeamento artificial. No quarto que dividia com o irmão, Pedro (Kiko Bertholini), agora vive a inquilina Bruna (Sandy Leah), jovem estudante de música que veio do interior para se formar. Após encontrar objetos que remetem ao passado e à sua mãe, Júnior desenvolve uma obsessão pela história de sua família e tenta recuperar algo que aconteceu em sua infância e que, até hoje, o assombra.

"Quando Eu Era Vivo" é um exemplo raro de filme de horror, ou um suspense psicológico com toques de terror, dentro do cinema brasileiro. Segura a tensão do começo ao fim, desvendando aos poucos um mistério macabro de arrepiar os cabelos. A sugestão de eventos sinistros dentro de um apartamento lembra o clima de "O Bebê de Rosemary", de Polanski. Na sessão em Tiradentes, o público riu em alguns momentos que deveriam ser tensos, mas o horror cresce até desembocar numa cena final grotesca e muito surpreendente – houve fortes aplausos ao final.

Para quem está acostumado com lado angelical de Sandy, é mais que divertido vê-la flertar com o lado negro da Força.

Fonte: UOL Entretenimento
Foto: Reprodução

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