ENTRETENIMENTO

Clooney diz que obras roubadas por nazistas não deram publicidade a filme


E como resistir a esse trenzinho formado por Bill Murray, John Goodman, George Clooney, Jean Dujardin e Matt Damon para promover o filme "Caçadores de Obras-Primas" no Festival de Berlim - Foto: AP

No ano em que o aniversário de duas grandes guerras é relembrado na Alemanha, os cem anos da Primeira Guerra e os 70 anos do Dia D, "Caçadores de Obras-Primas", dirigido e protagonizado por George Clooney, é recebido no Festival de Berlim como um filme da "Sessão da Tarde". O longa foi apresentado mundialmente pela primeira vez neste sábado (8), fora da competição e como destaque no evento de cinema alemão.

O filme reconta a trajetória de um grupo de historiadores, curadores, artistas e arquitetos que se reuniu para recuperar obras de arte roubadas pelos nazistas na Segunda Guerra, quando Adolf Hitler pretendia criar seu acervo pessoal, o Führer Museum.

Apesar de ter o roteiro inspirado pela história real descrita no livro homônimo de Robert M. Edsel e Bret Witter, o longa reconta a história através de personagens fictícios, o que permite alguns excessos dramáticos, como Clooney dirigindo carros de guerra com um braço só, esbanjando seu charme com quepe e óculos aviador.

O evento para a imprensa realizado após a exibição do filme teve entrada disputada, mas ficou marcado por elogios de jornalistas pela beleza do ator hollywoodiano. Em uma das poucas perguntas sobre o longa, Clooney explicou que "essa era uma boa história para ser contada, algo sobre devolver o que foi tomado. Obras de arte continuam sumindo em guerras, esse é um tema atual". Sobre as obras de arte roubadas pelos nazistas e encontradas em um apartamento em Munique recentemente, ele disse que "isso não trouxe nenhuma publicidade extra para o filme."

Fonte: UOL Entretenimento

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